Fazemos o diagnóstico antes de propor qualquer coisa. Por isso, construímos soluções novas rápido.
Tecnicamente, está tudo de pé. Os processos rodam, os relatórios saem, nada cai. Mesmo assim, o crescimento fica para depois — e os concorrentes avançam.
Telas que demoram, relatórios que travam, integrações que falham silenciosamente. O tempo do dia a dia vai embora em retrabalho.
Cada fornecedor com sua API, cada planilha intermediária, cada exportação manual. A informação chega tarde — quando chega.
O sistema dá conta de hoje, mas sufoca quando você cresce. Cada novo cliente, cada nova filial, vira um problema técnico.
Os dados existem, espalhados em sistemas que não conversam. Falta a leitura clara que vira decisão estratégica.
Pedro Missawa está à frente da Multidev. Não pelo código que escreve — embora escreva muito — mas pela leitura de operação que poucos conseguem fazer. Ele entende a sua empresa antes de tocar em qualquer linha.
Começou nos anos 90 dominando Delphi — a linguagem que sustentou ERPs, sistemas financeiros e operações críticas de empresas brasileiras por duas décadas inteiras.
Não parou no tempo. Evoluiu para stacks modernas, ajustadas para cada situação. Sempre com o mesmo princípio: a tecnologia precisa servir ao negócio — nunca o contrário.
O trabalho aparece nos sistemas que estão de pé há anos — em produção, sustentando operação real, evoluindo com o negócio que serve.
Ver sistemas em produção ↓Meio ambiente, saúde, coworking: setores diferentes, o mesmo ponto de partida — planilhas dispersas, processos invisíveis, controle artesanal. O mais antigo está em produção desde 2008; o mais recente entrou no ar em agosto de 2026.
A diferença entre remendar o que aparece e resolver a causa é a diferença entre alívio que dura semanas e solução que dura anos. A maioria dos desenvolvedores opera no primeiro modo. A Multidev opera no segundo.
Recebe a demanda, escreve o código, entrega a tarefa, fatura. O sistema continua de pé — só que agora com mais uma camada de remendo por cima.
Mergulhamos na operação. Entendemos o fluxo de caixa, as dores do cliente final, as metas de crescimento. Só depois desenhamos a solução — e ela quase nunca é só código.
Cada parte do nome é uma frente de trabalho. Em todas, a ordem é a mesma: primeiro o diagnóstico, depois a proposta.
Nada de proposta de 40 páginas no primeiro contato. A primeira conversa é para entender — só depois falamos em escopo e investimento.
Uma hora, sem custo. Ouvimos a operação, as metas, os incômodos. Saímos com clareza do que está em jogo.
Mergulho técnico e de operação. Onde está o gargalo real, e onde está o sintoma que parece ser a causa.
Etapas, prioridades e prazo. O que entregamos primeiro, o que vem depois, e por quê — em linguagem clara.
Ciclos curtos, ajustes vivos, presença próxima. A tecnologia evolui junto com o negócio, não em outro andar.
A primeira conversa é direta com o Missawa. Uma hora, sem custo, sem proposta empurrada.
Agendar conversa → Fazer o pré-briefing